Não sentirei saudades da sua mão entre-aberta, sua boca entre-aberta, seu coração nada aberto. Farei com as cores que sobrou de minha aquerela, o melhor de mim. Pintarei mais o rosto, andarei descalça e serei sempre essa moleca de coração leviano. Vou sorrir mais da vida, dos problemas e dos outros. Vou parar de mentir que eu minto bem porque isso é uma grande mentira. Vou cantar pelas ruas, desafinar sentimentos e entoar intensidade. Olhar o que se move ao meu lado com a delicadeza de uma flor. Não! Não largo mão do meu jeito estúpido. Vou continuar olhando nos olhos, falando verdades e arrancando suspiros. Cativando amores, desprezando os dissabores e olhando pros lados. Tinta que pinta palhaço, não é a mesma que embeleza mulher. 
Tentar me conter sem abraços, é como tinta oleo em plastico.
Não preciso de tantas cores, um dia desses eu aprendi a misturar.
ainda existo! ???!!!

Respeito as diferenças!

pela noite de ontem!
: )

O amor me deixou criança, com sorriso colado na cara e de bochechas doídas.
O amor secou minhas lágrimas e me deu motivos para trazê-las de volta; me ensinou que não devemos querer mais do que pudemos ter e eu o ensinei que dentro de nós cabe um mundo inteiro e que abraçar em noite de chuva é bem mais gostoso.
O amor me fez gigante, estufou meu peito de orgulho e adubou minha imaginação com semente fértil.
O amor segurou minha mão no meu da noite e falou no meu ouvido que tudo sempre fica bem, invadiu meus pesadelos e transformou em sonhos; virou minha cabeça, fez queimar e brilhar meus olhos e casou-me febre, a febre da dor e do prazer.
O amor tomou meu casaco no meu do temporal, tomou sem precisar ser áspero e sem imaginar pedir.
O amor tomou minha vida em um gole, como quem toma café quente com medo de queimar a língua; ele me soprou de leve e me saboreou com a cara e o prazer dos viciados.
O amor teve medo de mim, eu tive medo do amor.

‘’...Cores de Almodóvar...’’

E a vida? E a vida o que é? Diga lá Mermão???

...cantando...
'' Deixa o sol queimar a tua pele
Deixa o céu forrar a tua cama, deixa amanhecer tua chama, teus desejos..''

Eu ando enganando a solidão
Mantendo a casa cheia
Quase nem me reconheço aqui
Tentando sorrir
Brigo por qualquer razão qualquer senão
Eu rasgo o tempo à toa
Vagando nas esquinas da cidade
Que hoje me amaldiçoa
Eu só queria lavar os cabelos do meu amor
Bem que eu merecia repousar sob o cobertor
E como uma criança no teu colo
Dormir em paz em santo solo
Pra ver
Simplesmente o sol nascer
Eu ando remendando coração com paixões vazias
Bocas e mais bocas agonia
Letra sem melodia
Brinco que a felicidade pôs a mesa
Mas me sento só
No centro do meu corpo nu em pêlo
Nada pode ser pior
Eu só queria lavar os cabelos do meu amor
Bem que eu merecia repousar sob o cobertor
E como uma criança no teu colo
Dormir em paz em santo solo
Pra ver
Simplesmente o sol nascer
E no final fica tudo no mesmo
Porque afinal eu sou vazio e desejo
O amor valeu
Viver valeu
Então sou eu
Valendo eu sem você
Sem você
canção, letra sem melodia, Isabella Taviani

Não atenda quando eu ligar e nem responda todas as perguntas tolas que eu fizer, coloque no seu coração que não me ama mais e que o melhor pra gente é mesmo manter distância.
Saia de mansinho quando eu chegar, ligue o som no volume máximo e cante baixinho pra espantar toda tristeza que trás na alma, nos olhos e no corpo...
E alcance o melhor da felicidade!
Eu não sou um bem durável, não sirvo pro futuro e sou infértil... Desprezo e condeno quem amo.
'Quem será que sabe?
Quem será o artista?
Me disseram que quem sabe...
É o moleque pequenino, um moleque de verdade...
É o menino maluquinho!’
Gosto de muita coisa esquisita. Gosto sim, e confesso!
Partindo dos amores até as manias-viciantes-prazerosas, como por exemplo, quebrar todos os lacres de latinhas de bebidas e rasgar embalagens de presente.
Todos temos manias-viciantes-prazerosas e muitas esquisitices, a maior de todas que consigo cultivar até hoje é roer unhas enquanto o amor roe meu coração.
E minha gente, quem me conhece sabe, eu nasci pro amor!
Agora tenho apenas que colocar meu lado 'Edson Marques' em liberdade e...
Viva a vida e aos amores breves, sempre breves e intensos!
\o/
Eu digo que estou viva sempre, sinto a vida quando penso na morte, quando vejo a morte, quando choro por sentir dor, ciúmes, alegria ou medo.
Choro de manha e de manhã também, mas gostoso mesmo é chorar à noite e sem motivos.
Sinto a vida quando os dedos de uma mão entre aberta tentam me afagar, quando tomo sorvete, quando o lençol rasga no meio da noite, quando ando cantando no ônibus sem motivos algum pra se cantar, quando dividimos uma cozinha limpa para cozinhar qualquer coisa num domingo qualquer, quando fazemos canções que falam de amor, quando nos embriagamos e nossos corpos não seguem o ritmo.
Sinto-me viva quando olho pra ela e meu coração aperta e dispara de uma vez só, meu coração fica sem saber pra onde ir, o que falar e como agir.
Meu coração está vivo.
Está vivo e quer continuar assim, olhando pra aquele rostinho lindo de morrer até o dia que ele morrer de verdade.
Meu coração ama demais e quer viver assim.

Viva a esse liquido ruim!
\o/

''Quando alguém te disser tá errado ou errada,
que não vai s na cebola, que não vai s em feliz,
que o x pode ter som de z e o ch pode ter som de x,
acredito que errado é aquele que fala correto e não vive o que diz.''